Harmonizado por Juliana Borges

Espumante rosé: versatilidade em alta

De recepções à jantares, o espumante pode (e deve!) estar presente.

Sinônimo de celebração, tem o poder de animar qualquer festa e, ainda, encanta quem o aprecia. Suas bolhas subindo pelo líquido e exalando aromas agradáveis, conquista até mesmo quem não costuma beber. O espumante rosé, em especial, além de todos esses adjetivos, fascina pelo seu sabor único…

Os vinhos espumantes são os opostos dos considerados “tranquilos” – que não contêm gás. Eles possuem gás carbônico, gerado na segunda fermentação, que é responsável pelas bolhas que perduram na taça. Os espumantes podem ser feitos a partir dos mais diferentes tipos de uva. Podendo ser tintas ou brancas, ou mesmo a mistura de ambas. Uma das variedades tintas muito usada na elaboração é a Pinot Noir, que faz da bebida ainda mais delicada, mas ao mesmo tempo marcante.

Apesar dos brancos serem os espumantes mais consumidos, os rosados vêm chamando atenção dos apreciadores de vinho, por conta da sua maior intensidade no paladar, além de mais corpo, acidez e taninos pouco mais presentes, em comparação aos “irmãos brancos”. O sabor das frutas vermelhas também é mais acentuado, de modo que se torne menos cítrica e, portanto, um pouco menos refrescantes do que os brancos.

A bebida se torna interessante, pois a mesma pode ser servida em uma recepção e, caso a noite se estenda, o mesmo rótulo pode continuar sendo apreciado para o acompanhamento das entradas e do prato principal. Não só as saladas e peixes se dão bem com o rosé. Carnes defumadas, caviar, pratos mediterrâneos com azeitona, tomate e berinjela, além da cozinha japonesa e chinesa, harmonizam muito bem com a bebida. Mas, lembre-se sempre de mantê-la resfriada durante a refeição para que o seu frescor permaneça íntegro. Os espumantes rosés devem ser servidos em baixa temperatura – entre quatro e seis graus -, e por isso são mais consumidos nos dias quentes.

Assim como os espumantes brancos, os rosés são fáceis de serem encontrados, e podem ser vistos em várias partes do mundo. Na França, na região de Champagne é produzida a bebida de mesmo nome em versão rosé que, inclusive, é mais cara que a tradicional. Na Espanha, ótimos exemplares de Cava rosé podem ser descobertos, assim como o Asti e Prosecco na Itália, e o Sekt na Alemanha. Se ainda não provou, está mais no que na hora de preparar sua taça para esta deliciosa bebida, não acha?

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