Harmonizado com Juliana Borges

Diz-se que, para cada vinho, há uma taça apropriada – a que melhor ajuda o líquido a expressar seus aromas e sabores. Há poucas dúvidas quando se trata dos recipientes ideais para tintos, brancos ou doces. As taças para esses tipos são conhecidas e há pouca ou nenhuma discussão sobre sua adequação. No entanto, quando falamos de espumantes, começa a controvérsia.
Qual a melhor taça para o espumante? Seria aquela de bojo curto e larga (também conhecida como coupe), muito utilizado antigamente? Ou talvez fosse aquela comprida, estreita e longa (também conhecida como flutê, ou flauta)?
Durante muito tempo esses dois modelos de taças travaram um longa batalha pela supremacia, porém, atualmente esses dois modelos estão sendo deixados de lado. Especialistas em espumantes optam por uma taça alternativa, cujo formato mais apropriado exalta as principais características sensoriais da degustação de um espumante.
Atualmente, o modelo mais indicado é conhecida como tulipa. O nome, deve-se muito a forma, que lembra a flor de origem oriental: com base ovulada e abertura estreita. Ela é suficientemente estreita na base para poder ter uma boa coluna de líquido e poder observar o caminho das borbulhas, suficientemente larga no corpo para deixar o vinho respirar e desenvolver toda a sua complexidade, e ligeiramente fechada na boca para concentrar os aromas enquanto se permite colocar o nariz dentro do copo ao beber.

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